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O Things 3 foi desenhado pra um trabalho específico: ser o lugar único onde toda tarefa entra sem esforço e de onde ela sai feita, sem transformar a organização num hobby. Ele encaixa no vão entre a lista chapada que não separa nada e o sistemão pesado que você configura pra sempre e usa nunca.
O diferencial: ele captura qualquer tarefa numa tecla de atalho, mostra na tela do Today só o que você marcou pra hoje, e organiza o resto em áreas e projetos que se montam em minutos. Ele separa capturar de organizar e organizar de fazer, cada coisa no seu momento.
Captura rápida em qualquer lugar: um atalho global abre uma caixinha por cima do que você estiver fazendo, você digita a tarefa e ela some pra dentro do app sem trocar de janela. A ideia virou linha no Things em dois segundos, e você volta pro que estava fazendo sem perder o fio.
Um Today que mostra só o hoje: a tela principal exibe apenas o que você agendou pra hoje, nada do que vence semana que vem nem do que é algum dia. A lista de quarenta linhas encolhe pras cinco que importam, e a seção Esta Noite empurra o que é de fim de tarde pra baixo.
Áreas e Projetos sem virar planilha: você separa a vida em poucas áreas, tipo Trabalho, Casa e Saúde, e dentro delas cria projetos com seus passos. A estrutura nasce em minutos porque não pede campo, status nem etiqueta pra funcionar. É uma pasta com tarefas dentro, não um banco de dados pra alimentar.
O botão de mais que você arrasta pra onde quiser: em vez de jogar a tarefa nova no fim da lista, você pega o botão de adicionar e solta na posição e no projeto certo. É o que deixa você reordenar o dia com o dedo em vez de recortar e colar linha por linha.
Data de início separada do prazo: o Things distingue quando a tarefa começa a aparecer no seu dia de quando ela tem que estar entregue. Você diz que ela te interessa a partir de quinta e ela fica escondida até lá, sem poluir o hoje. E dá pra digitar a data em linguagem normal, tipo amanhã ou sexta.
Checklists e repetição dentro da tarefa: uma tarefa maior abre uma lista de subpassos que você vai riscando por dentro, sem criar dez tarefas soltas. E o que se repete, tipo pagar uma conta todo dia 10, você configura uma vez e ele reaparece sozinho no dia certo.
Compra única e sincronização de graça: você paga uma vez por aparelho e usa por anos, sem mensalidade no cartão. A sincronização entre computador, celular e tablet roda no fundo de graça, então você captura no celular na fila do banco e a tarefa já está no computador quando senta pra trabalhar.
Eu uso assim: deixo o atalho de captura na ponta dos dedos e jogo tudo lá sem pensar em onde vai, o dia inteiro. Uma vez por dia abro a caixa de entrada, mando cada tarefa pra sua área e marco no Today só o punhado que vou fazer naquele dia. O resto fica guardado, fora da vista.
Pra quem serve: quem tem tarefa espalhada em cinco lugares e nenhum panorama, quem já largou três apps de tarefa por serem trabalhosos demais, quem vive no ecossistema da Apple e quer o mesmo app no Mac, no iPhone e no iPad, e quem quer um lugar pra fazer, não mais um painel pra manter.
Preço: ele é compra única por plataforma, sem assinatura, então o app do Mac, o do iPhone e o do iPad são comprados separados, cada um uma vez só. Sai mais caro que baixar um app grátis de lista, mas dura anos em vez de virar mais um teste abandonado no fim da semana.
O ponto de atenção: o Things só existe no mundo da Apple, não tem versão de Android, Windows nem navegador. Se você captura no iPhone mas trabalha num PC com Windows o dia todo, vai ficar sem o app na tela onde mais precisa. Pra quem é Apple de ponta a ponta ele é redondo.
Selo HC: Aprovado. O tipo de ferramenta que você percebe que virou hábito quando repara que faz uma semana que nada importante caiu no esquecimento. As tarefas param de morar na sua cabeça e passam a morar num lugar em que você confia, e a mente que segurava tudo relaxa.
Conhecer Things 3 →
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