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O MX Vertical foi desenhado pra um trabalho específico: manter a precisão da linha MX enquanto tira o pulso da posição que causa a dor. Ele encaixa no vão entre o mouse comum que machuca e o ergonômico esquisito que erra o alvo.
O diferencial: a mão fica inclinada a 57 graus, na posição natural de um aperto de mão, e o antebraço para de torcer, sem que você perca nada da precisão de um mouse de trabalho. Ergonomia e mira firme na mesma peça.
Ângulo de 57 graus: a mão descansa de lado, do jeito que ela fica quando você cumprimenta alguém, em vez de virada pra baixo. O antebraço para de cruzar os ossos, o pulso alinha, e a tensão que se acumulava o dia inteiro simplesmente não começa.
Menos tensão no músculo: a Logitech mediu uma queda de até dez por cento na atividade muscular do antebraço em comparação com o mouse comum. Menos esforço em cada movimento significa menos cansaço somado ao longo de oito horas na tela.
Sensor de quatro mil DPI: a precisão é a mesma da linha MX, o cursor vai exatamente onde você mira, e o sensor rastreia em quase qualquer superfície. Um botão dedicado troca a velocidade do cursor na hora, do preciso pro rápido, sem entrar em menu.
Apoio pro polegar com botões: o polegar descansa numa concha própria, e ali ficam os botões de avançar e voltar, mais um botão de gesto que você configura. A mão inteira apoia, nada fica no ar, e os atalhos ficam no alcance do dedo.
Carga por USB-C: um minuto na tomada rende cerca de três horas de uso, e uma carga cheia dura até quatro meses. Você nunca fica na mão, e o cabo some da mesa na maior parte do tempo.
Conecta em três aparelhos: pareie o notebook, o desktop e o tablet ao mesmo tempo, por Bluetooth ou pelo receptor Logi Bolt, e alterne entre eles com um botão. O mesmo mouse serve a mesa inteira, sem desconectar e reconectar a cada troca.
Logitech Flow: com dois computadores na mesa, o cursor atravessa de uma tela pra outra sozinho quando chega na borda, e você copia num e cola no outro. Dois micros viram uma superfície de trabalho só.
Botões que mudam por aplicativo: pelo Logitech Options+ você programa cada botão pra fazer uma coisa diferente em cada programa. O mesmo clique corta no editor de vídeo e volta uma página no navegador, sem você trocar nada na mão.
Funciona no Windows e no Mac: ao contrário de muito acessório que escolhe um lado, ele roda liso nos dois sistemas, e também no Linux e no iPad. Você leva o mesmo mouse pra qualquer máquina que sentar na frente.
Eu uso assim: o MX Vertical fica no desktop onde passo o grosso do dia, e a diferença apareceu na primeira semana, quando o antebraço parou de arder no fim da tarde. Deixo o botão de velocidade no modo preciso pro trabalho fino e chuto pro rápido quando só preciso atravessar a tela.
Pra quem serve: quem passa o dia inteiro no mouse e já sentiu o pulso reclamar, quem trabalha com precisão e não abre mão da mira firme, quem já testou ergonômico esquisito e voltou pro comum por causa do cursor impreciso, e quem quer resolver a dor antes de ela virar lesão.
Preço: ele fica na faixa alta dos mouses, na casa das poucas centenas de reais, no mesmo patamar dos outros modelos da linha MX. Se você trabalha oito horas por dia com a mão nele, o custo se paga na primeira semana sem dor no fim do expediente.
O ponto de atenção: ele é um mouse grande, pensado pra mão média e grande, então quem tem mão pequena pode achar volumoso no começo. E existe um período de adaptação de alguns dias, porque a mão precisa reaprender a mexer de lado, antes de o movimento virar natural.
Selo HC: Aprovado. O tipo de gadget que resolve um problema silencioso antes de ele cobrar caro: a dor que você aprendeu a ignorar some, e a precisão que te faz trabalhar continua intacta. Depois de uma semana, o fim do dia chega sem o pulso latejando, e você nem lembra que a dor existia.
Conhecer MX Vertical →
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